Aplicação "As Minhas Histórias"
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- Publicado em 04 fevereiro 2017
- Escrito por Patrícia Gaspar
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Roberto Neto, residente na Mata do Casal Galego, desenvolveu uma aplicação muito interessante a pensar nos mais pequenos, com o propósito de lhes promover o gosto pela leitura. A aplicação chama-se “As minhas histórias” e é explicada em primeira mão pelo seu autor.
“Tudo começou com o hábito de todas as noites, antes da minha filha Filipa ir dormir, nós lhe lermos uma história. Com o tempo, ela começou a querer escolher a história que ia ouvir, e tínhamos que procurar o livro que ela queria... o que por vezes era um processo longo... Até que decidi criar uma aplicação para Android, onde reuni todas as histórias, tornando mais fácil e acessível escolher a história para cada noite. A reação da minha filha foi super positiva e a escolha da história tornou-se num atrativo extra para a cativar ainda mais para a leitura das histórias. Muitas vezes uma história já não era suficiente e o desejo de escolher uma nova história fazia com que acabássemos por ler mais, incentivando assim o gosto pela leitura, que também é um dos meus desejos e objetivos. Percebi que poderia partilhar esta aplicação, colocando-a na loja do Google.
Presidentes das juntas de freguesia estiveram com Presidente da República
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- Publicado em 04 fevereiro 2017
- Escrito por Patrícia Gaspar
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Por ocasião dos 40 anos do poder local democrático, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, convidou os presidentes de junta das freguesias para um encontro, num gesto de homenagem a todos os autarcas e ao serviço que têm prestado ao desenvolvimento do país e à participação democrática em Portugal.
“Este é o momento para levar mais longe o aprofundamento do poder local democrático”, foi o apelo deixado pelo Presidente da República que agradeceu ainda a todos pela “disponibilidade permanente, sacrifício da vida pessoal e familiar num quotidiano de gestão de recursos escassos ao serviço do povo português”. Para Marcelo Rebelo de Sousa esta é a altura para um acordo de regime entre os partidos, com vista à aprovação de legislação que permita a descentralização e reforço de competências do Poder Local em Portugal.
Notícias de Vermoil n.º 32 - Edição já disponível! Leia o Boletim da Freguesia de Vermoil
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- Publicado em 29 novembro 2016
- Escrito por Patrícia Gaspar
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O Notícias de Vermoil é o boletim da sua freguesia que tem como objetivo a divulgação de tudo o que acontece por terras vermoilenses. O Notícias de Vermoil é possível graças à colaboração das forças vivas da freguesia de Vermoil, desde associações, coletividades, comissões, escolas, catequistas, etc. que partilham as suas iniciativas e atividades que vão desenvolvendo, às pessoas que escrevem em nome individual, com artigos de opinião. Todos enriquecem o boletim de Vermoil, tornando-o num meio de transmissão de muita informação, aquém e além fronteiras, uma vez que muitos dos nossos emigrantes podem assim saber o que se vai passando na sua freguesia.
A edição n.º 32 do Notícias de Vermoil está online desde o passado dia 28 de novembro e pode ser consultado aqui. A versão em papel estará disponível, a partir de 2 de dezembro, nos locais habituais (sede da Junta de Freguesia de Vermoil, Igreja Paroquial de Vermoil, Capelas, cafés e outros estabelecimentos locais).
O Notícias de Vermoil é feito para si! E pode também ser feito por si. Colabore e envie notícias, artigos, opiniões e/ou sugestões para patricia@jf-vermoil.pt
“A Birra do Morto”, em Vermoil, no próximo sábado - dia 26 de novembro
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- Publicado em 20 novembro 2016
- Escrito por Patrícia Gaspar
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Como diria o poeta: “Devia morrer-se de outra maneira. Transformarmo-nos em fumo, por exemplo. Ou em nuvens. Quando nos sentíssemos cansados, fartos do mesmo sol a fingir de novo todas as manhãs, convocaríamos os amigos mais íntimos com um cartão de convite para o ritual do Grande Desfazer.” Também embirro com a morte! Seja Ela quem for! A Birra do Morto irá caracterizar uma cerimónia fúnebre ativa e divertida de uma sociedade onde o cinismo de uns, o interesse de outros e a falsidade da maioria irá ridicularizar os medos e receios perante a morte. “Quando eu morrer… Quero que chamem… o meu amigo ilusionista. Chamem-no por favor. Ou ele que não se esqueça e venha de sua iniciativa despedir-se de mim. ” (…) “E que num último gesto generoso de amizade, realize sobre o meu cadáver um dos números da sua arte de ilusionismo deveras mágico. Feche o caixão - corpo continente do meu corpo conteúdo; bata palmas; música maestro! abra o caixão, - E nada lá dentro!” Mas é preciso que o ritual aconteça… Contra a sua vontade o morto tinha que morrer e era do interesse de todos que ele fosse a enterrar…



